6.07.2013

Bom final de semana ao estilo da letra de Jota Quest

Só Hoje

Hoje eu preciso te encontrar de qualquer jeito
Nem que seja só pra te levar pra casa
Depois de um dia normal
Olhar teus olhos de promessas fáceis
E te beijar a boca de um jeito que te faça rir
(Que te faça rir)
Hoje eu preciso te abraçar
Sentir teu cheiro de roupa limpa
Pra esquecer os meus anseios e dormir em paz!
Hoje eu preciso ouvir qualquer palavra tua!
Qualquer frase exagerada que me faça sentir alegria
Em estar vivo
Hoje eu preciso tomar um café, ouvindo você suspirar
Me dizendo que eu sou o causador da tua insônia
Que eu faço tudo errado sempre, sempre
Hoje preciso de você
Com qualquer humor, com qualquer sorriso
Hoje só tua presença
Vai me deixar feliz
Só hoje
Hoje eu preciso ouvir qualquer palavra tua!
Qualquer frase exagerada que me faça sentir alegria
Em estar vivo
Hoje eu preciso tomar um café, ouvindo você suspirar
Me dizendo que eu sou o causador da tua insônia
Que eu faço tudo errado sempre, sempre
Hoje preciso de você
Com qualquer humor, com qualquer sorriso!
Hoje só tua presença
Vai me deixar feliz
Só hoje
Só hoje

Jota Quest


6.06.2013

Caminhada pela paz: momento histórico em CKO



Hoje 06 de junho de 2013, entrou para a história de Conceição do Tocantins, pois logo após a tragédia que abalou o município, vários segmentos sociais abraçou a idéia da Professora Maria Bonfim Bandeira Azevedo e Simone Silva, promovendo um grande evento em prol da paz. Planejada e organizada pelas escolas, igrejas, órgãos municipais e a comunidade, uma multidão percorreu as principais ruas da cidade com palavras de ordem e cantos pela paz, a jornada conto com um grande numero de crianças, uma esperanças de dias melhores, mas que precisa começar hoje.
Apesar de o evento ter tido sua culminância com o episódio trágico acontecido no ultimo final de semana, há tempos a comunidade vem clamando por paz, com a implementação de ações de segurança, tanto relativo a medidas de repreensão, quanto de prevenção. Pois, essa paz seja relativo a manutenção da ordem pública com relação a veículos automotivos após a meia noite, tem incomodado bastante, sem mencionar o auto consumo de drogas licitas e ilícitas por partes de nossos adolescentes e jovens, que passaram do furto ao roubo, com o intuído de comprar drogas para alimentar o vicio.
Vejo essa iniciativa como algo muito positivo, mas ela é apenas uma culminância, um momento de mostrar que a politica de segurança pública deve ser uma prioridade das autoridades, um pedido de clamor social. Porém a culminância deve ser um evento após um logo período de ações planejadas com execução supervisionada, digo isso, pela experiência que tive na gestão escolar em realizar parceria com diversos segmentos sociais. O poder público deve chamar a responsabilidade para desenvolver tais politicas, naturalmente, dialogando e envolvendo a sociedade como um todo.
Nesse aspecto, a parceria sociedade/município/estado, tem recuperar espaço de lazer, desenvolver ações socioeducativas e esportivas, porem com profissionais que planejam executam e avalie a participação de crianças e adolescentes, além de dinamização o uso do Balneário, recuperar espaços como quadra de esportes. Caso contrário, como pedir a esses adolescentes que frequente boate se não damos alternativas.
Contudo, seria muito positivo que as igrejas, escolas, comunidades e demais órgãos da administração continuassem conversando, para criar um clima favorável a criação de politicas públicas nesse sentido, pois, em determinados momentos, os órgão responsáveis só se movimentam sobre pressão popular

Galeria de fotos



















Juventude organiza Congresso Regional de Estudantes do PT


A juventude do Partido dos Trabalhadores realiza o Encontro Regional de Estudantes do PT (EREPT) no próximo sábado, 8, a partir das 9h na Escola municipal Duque de Caxias em Aliança do Tocantins. O evento visa promover debates sobre o balanço dos dez anos do partido a frente do Governo Federal na área de educação e, a construção de uma nova cultura política no movimento estudantil. Para o Presidente da JPT-TO, Domingos Santos, este espaço é importante para avaliar as políticas públicas para a educação, e também, para elaborar propostas construídas pela juventude do Estado que possam contribuir para as mudanças estruturais do Brasil e, definir as prioridades na luta por uma educação de qualidade.
O EREPT está sendo organizado em todos os Estados do País, como etapa preparatória para o Encontro Nacional dos Estudantes do PT (ENEPT), previsto para acontecer no mês de Agosto deste ano em Belo Horizonte, assim como, para a Conferência Nacional de Educação.

Programação

• Balanço dos 10 anos do PT na Educação e Conjuntura Estadual
Coordenador: Vereadora Vanessa Alencar – Presidente da Câmara Municipal de Paraíso
Debatedor: Donizeti Nogueira – Presidente Estadual do PT
Debatedor: Paulo Mourão – Dirigente Estadual do PT
Debatedor: Vereador Cabo Carlos – Presidente da Câmara Municipal de Gurupi

• A educação que queremos para o Tocantins e para o Brasil e o desafio das Conferências de Educação
Coordenador: Daline Santos – Dirigente JPT
Debatedor: Elis Raik Carvalho – Secretário Geral do Sindicato dos Trabalhadores da Educação no Estado do Tocantins (SINTET)
Debatedor: Odaléia do PT - Secretária Municipal de Educação em Colinas

• Movimento Estudantil: Uma Nova Cultura Política
Coordenador: Viviane Carvalho – D.A. UFT Campus de Porto Nacional
Debatedor: Amanda Teixeira - Diretora da UNE (TO)
Debatedor: Deryk Santana – Diretor da UNE (GO)
    
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Reflexão sobrequal a paz que você quer

Minha Alma (A Paz Que Eu Não Quero) 

Marcelo Falcão: vocalista do RAPPA

O Rappa

A minha alma tá armada e apontada
Para cara do sossego!
(Sêgo! Sêgo! Sêgo! Sêgo!)
Pois paz sem voz, paz sem voz
Não é paz, é medo!
(Medo! Medo! Medo! Medo!)
As vezes eu falo com a vida,
As vezes é ela quem diz:
"Qual a paz que eu não quero conservar
Pra tentar ser feliz ?" 2x
A minha alma tá armada e apontada
Para a cara do sossego!
(Sêgo! Sêgo! Sêgo! Sêgo!)
Pois paz sem,paz sem voz,
Não é paz é medo
(Medo! Medo! Medo! Medo!)
As vezes eu falo com a vida,
As vezes é ela quem diz:
''Qual a paz que eu não quero conservar
Pra tentar ser feliz ?'' 2x
As grades do condomínio
São prá trazer proteção
Mas também trazem a dúvida
Se é você que tá nessa prisão
Me abrace e me dê um beijo,
Faça um filho comigo,
Mas não me deixe sentar na poltrona
No dia de domingo (domingo!)
Procurando novas drogas de aluguel
Neste vídeo coagido,
É pela paz que eu não quero seguir admitindo.
As vezes eu falo com a vida,
As vezes é ela quem diz:
‘’Qual a paz que eu não quero conservar
Pra tentar ser feliz ?’’ 2x
As grades do condomínio
São prá trazer proteção
Mas também trazem a dúvida
Se é você que tá nessa prisão
Me abrace e me dê um beijo,
Faça um filho comigo,
Mas não me deixe sentar na poltrona
No dia de domingo (domingo!)
Procurando novas drogas de aluguel
Neste vídeo coagido,
É pela paz que eu não quero seguir admitindo. 2x
Me abrace e me dê um beijo,
Faça um filho comigo,
Mas não me deixa sentar na poltrona
No dia de domingo! (domingo!)
Procurando novas drogas de aluguel
Neste vídeo coagido,
É pela paz que eu não quero seguir admitido. 2x
É pela paz que eu não quero seguir
É pela paz que eu não quero seguir
É pela paz que eu não quero seguir admitido. 2x

6.05.2013

Vereadores convida prefeito para falar sobre a Bolsa Universitária.

E agora?


Durante a campanha eleitoral para prefeito de 2012 em Conceição do Tocantins, vários temas e programas ganharam destaques na agenda de debates, entre eles a compra de um trator de esteira para combater a seca no sertão, a saúde com a contratação de médicos e funcionamento do laboratório de analise clinica entre outros. No entanto, A BOLSA UNIVERSIÁTIA foi o carro chefe na área da educação, o que não deveria ser o debate prioritário, pois temos 100% das crianças em idade infantil que moram no campo fora da escola, nenhuma criança de 06 meses a 03 anos sendo atendidas por uma instituição pública municipal, sequer um programa de alfabetização de adultos, seja na cidade ou no campo, para amenizar o problema do analfabetismo. Sem mencionar o caos do transporte escolar que massacra os alunos residentes na zona rural, que tem que levanta às 4 horas da manha pra vir estudar e almoça às 2 da tarde quando retornam, comprometendo seu rendimento escolar, além falta de plano d carreira do magistério e incentivo aos profissionais, uma pauta e tanto para a educação no município.
Sem mais delongas, fato é que a BOLSA UNIVERSITÁRIA foi à menina dos olhos na campanha de 2012, o Ex-prefeito Natal que regulamentou e implantou o programa, fazendo inclusive opção pela sua remuneração salarial na função de servidor de carreira federal, investindo o salario de prefeito na concessão, defendia a continuidade das bolsas, porem com o mesmo numero de bolsistas e o mesmo valor de até 450,00reais de mensalidade. Em contra partida a equipe do atual Prefeito Paulo Rocha, adotou o discurso do podemos fazer mais e melhor e prometeu da sequência ao programa, mas assumiu o compromisso de expandir o numero de concessão de 40 para 80 bolsas. Todo esse debate em torno da BOLSA UNIVERSITÁRIA teve um ponto positivo, estimulou nossos jovens estudantes a sonharem e prepara para o ingresso num curso superior.
Mas quando se elabora uma proposta de governo ou fizer proposta durante campanhas, elas devem ser fundamentadas a partir de um contexto com base de fatos e dados concretos, nesse case, o contexto chama-se execução orçamentaria, ou seja, será que meu desejo e a vontade do povo cabem dentro do orçamento anual disponível? Mas quem se propõe resolver os problemas do município e ampliar benefícios já consolidados tem que ter a real dimensão de uma gestão em todos seus aspectos, administrativo, financeiro, jurídico e financeiro. Falo isto, porque já se passaram cinco meses da atual gestão e o prometido não foi cumprido, além de interromper as concessões em andamentos sem nenhuma explicação aos beneficiados. De acordo a servidora pública e mão de aluno, Adélia Cardozo, a bolsa de sua filha foi interrompida sem nenhuma explicação plausível, o que está acarretando situação financeira difícil para a manutenção da filha na universidade, pois o programa foi um fator motivador na busca pelo curso superior.
Porém, ontem essa situação começou a ganhar repercussão, o clamor dos pais ganhou ressonância entre os vereadores de oposição, através de um convite da Comissão de Educação da Câmara, com a oficialização do seu Presidente, o Vereador Cleiber Tolintino, ao Prefeito para dar os devidos esclarecimentos sobre. Contudo, o executivo frustrou os pais, alunos e pessoas presentes na seção, ao não comparecer e nem mandar representante da administração, atitude que foi duramente criticada pelo Vereador Zé Messias, que classificou como descasos com aqueles que se sacrificam em buscam o conhecimento. A ausência do executivo expôs os vereadores da base de sustentação do prefeito, pois sem respostas contundentes, foram bombardeados pelos colegas de oposição, que munidos de documentos e certamente com o apoio popular, não perderam a oportunidade para formar uma opinião negativa da atual gestão.

A Bolsa e sua dimensão administrativa.
Segundo o Vereador Amir Junior os vereadores da base alegaram que a atual administração não tinha conhecimentos de documentos relativos ao programa e que por isso, não teriam dado continuidade ao pagamento das bolsas aos universitários já contemplados. Mas segundo o vereador, isso não é possível, pois eles mesmos tinham relação de alunos, valores a serem pagos, alunos já concluinte, além de copia da lei que cria e regulamenta o programa. Completou que o que falta mesmo é compromisso politico, dizendo ainda, que observou uma manobra administrativa para alterar a Lei em vigências para desobrigar o município com aqueles que já são contemplados, mudando o Artigo 2º em que dá o direito aos alunos que residem ou residiram no município, para atender apenas aos residem atualmente. Com isso, reduziria o valor da bolsa, pois somente os alunos da UNIGRAN seriam beneficiados, ao valor de 202 reais mensais.
Ainda assim, no inicio do ano os alunos que concluíram o ensino foram estimulados a participar do vestibular da UNIGRAN, na esperança da continuidade do programa, mas segundo a Tutora da Universidade no Município, aproximadamente estudantes deixaram de fazer a matricula ou desistiram em função da interrupção das bolsas.
A Bolsa e sua dimensão jurídica.
       Com relação aos aspectos jurídicos, os alunos e seus pais poderiam fazer no mínimo um questionamento jurídico junto a promotoria, por entender que a atitude da atual administração feriu um direito público coletivo, pois a concessão gera um vinculo contratual entre a prefeitura e os alunos ou seus pais. A  interrupção brusca dos repasses, que em 5 messes acumula um valor aproximado de 80.000,oo reais, sem nenhuma explicação gerou situações de inadimplências entre os estudantes universitários.
     Se o paragrafo 4º do Art. 2º da Lei que concede diz que “ A bolsa será concedida pelo prazo mínimo de 1 (um) ano, salvo para os estudantes que estiverem cursando o ultimo semestre, e será mantida , no máximo, pelo prazo necessário para a conclusão do curso”, existe O Decreto que regulamenta a concessão que diz em seu Art. 6º a bolsa de estudo será encerrada mediante as seguintes hipóteses: inciso I – mediante solicitação formal e expressa do estudante; II – em virtude da conclusão do curso; III – na ocorrência de situações de impedimento a sua manutenção, o que não é o caso dos alunos prejudicados.
A Bolsa e sua dimensão financeira
Já falamos do impacto financeiro que a interrupção das concessões das bolas causou na vida de que fez opção em fazer faculdade com a contrapartida desse programa, mas não foram os alunos que foram lesados. Nesse casso, pra quem tem uma visão um pouco mais alargada, percebe que o município também foi prejudicado financeiramente, pois interrompeu um investimento em projetos que já tinham mais de 80% de conclusão, representa dinheiro da comunidade jogado pelo ralo.
Ademais, a manobra que se pretende fazer, alterando o projeto para custear cursos apenas de alunos residentes na cidade, além de discriminar as demais faculdades e alunos, excluem justamente aqueles que mais precisam desse auxilio, que são os que moram na demais cidade e pagam aluguel, sem mencionar o custo de vida que envolve transporte, entre outras despesas. Realmente esse problema merece uma discussão mais profunda, que na ausência das pessoas responsáveis, deve se realizar uma audiência pública.



Caminhada pela paz: quando organizações não governamentais tomam a inciativa, o poder público esta falindo.



         Antes da tragédia que se abateu sobre a cidade de Conceição, fiz uma reflexão sobre o papel que o município e o estado podem ter na segurança pública, em função da escala da violência no estado como um todo e em nosso município em particular, que vem causando preocupação ao cidadão comum. Na ocasião usei como provocação inicial a citação da jornalista Ludmila Ribeiro, quando ao final do processo eleitoras de 2012 ela diz; “que durante as eleições municipais, a segurança pública passou a ser uma de suas principais preocupações, superando temas que, tradicionalmente, ocupavam esse lugar, tais como saúde, educação e pobreza. Mas será mesmo que a prefeitura possui função na área de segurança pública? A Constituição Federal, em seu art. 144, estabelece que “a segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, através dos seguintes órgãos: polícia federal; polícia rodoviária federal; polícia ferroviária federal; polícias civis; polícias militares e corpos de bombeiros militares”. Ou seja, lendo apenas a nossa constituição, ficamos com a impressão de que a segurança pública é um problema de polícia. Então, isso equivale a dizer que apenas as polícias possuem competência para lidar com os problemas do crime e da insegurança? Será que os municípios nada podem fazer em termos de prevenção ao crime”?
Como as gestões municipais de regra e com raras exceções tem a cultura de assim como na saúde que investe na doença e não em saúde preventiva, a segurança fala-se muito na repreensão e não na prevenção, por isso, percebe um apego muito grande das gestões municipais a letra fria da lei para justificar a omissão nessa área. No entanto, os gestores municipais podem, devem e tem como implantar em suas cidades, uma politica, que integrada às demais instancias e órgãos, pode no mínimo amenizar com a criminalidade que tanto assola as nossas famílias.
Se o orçamento é limitado como alegam muitos, os gestores tem fazer da criatividade e do planejamento um instrumento para elaborar suas politicas, como por exemplo criar uma Coordenadoria para a área, ligada a uma Secretaria existente, constituindo o Conselho Municipal de Segurança, para dialogar com a sociedade, além de criar uma rede de apoio a partir de experiências existentes e instancias como o Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente, bem como, o Conselho Tutelar, para ampliar as ações a serem desenvolvidas. A guarda municipal é outro exemplo de ação que o município pode adotar na área da segurança pública. Apesar de guarda ter a função de proteção do patrimônio público, sua presença tende a evitar o cometimento de crimes, por ser constituída de indivíduos uniformizados. E, pelo mesmo motivo, aumentam a sensação de segurança do cidadão que passa pela via pública e se sente protegido com a presença de tal profissional.
CAMINHADA PELA PAZ
Não sei precisar se foi em função da reflexão realizada nesse espaço, aliada a tragédia que aconteceu no ultimo domingo, com o enfrentamento de pessoas da mesma família culminando com uma fatalidade, o fato que ocorrerá a primeira mobilização social contra a violência. Está prevista para quarta feira, dia 6 do corrente ano, as igrejas e diversos segmentos da sociedade irão promover uma caminha pela PAZ nas principais ruas da cidade.
Apesar de serem validas e louvável as iniciativas não governamentais, inclusive servindo como parecerias essências na luta contra a violência, elas representam apenas uma grito de socorro da sociedade ao poder, em função das ausências de políticas de segurança eficiente e eficaz contra a criminalidade e a violência. Porem cabe aos órgãos públicos municipais e estaduais a responsabilidade de politicas integradas e competentes de repreensão e prevenção.  Mas o que se observa é a ausência de uma politica indutora dessas ações, de forma planejada que possa se transformar num programa de execução, avaliação e monitoramento do crime, que tenha como alvo as crianças e os adolescentes. Começando com levantamento que visem entender os condicionantes de violência nas escolas, nas praças relativas à depredação do patrimônio público, com o objetivo de dialogar coma comunidade na elaboração de ações que proporcione a sua redução da violência.
Nesse sentido, se faz necessário a operacionalização de programa de profissionalização e de lazer, que sabemos existir em nosso município, mas que não cumprem seus objetivos de ocupar os jovens no período extraclasse evitando, dessa forma, o seu envolvimento em atividades ilícitas. Entre outras tantas alternativas, que depende em grande parte, da boa vontade do executivo e seus assessores diretos e indiretos colocar em pratica o exercício da reflexão para atender as demandas de suas respectivas áreas, em beneficio do povo.
SAMBEMOS QUE QUANDO ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAIS TOMAM A INICIATIVAS DE AÇÕES DESSA NATUREZA É POR QUE EXISTE TOTAL AUSENCIA DO PODER PÚBLICO, NÃO QUE A PRESENÇA DE UM ELIMINE A EXISTENCIA DO OUTRO, MAS O PODER GOVERNAMENTAL É O CARRO CHEFE.

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